Dados Sócio-demográficos
1. Sexo:
F
M
2. Idade:anos.
3. Estado civil:
Solteiro(a)
Casado(a) ou Unido(a) de Facto
Separado(a) ou Divorciado(a)
Viúvo(a)
4. Habilitações Literárias:
Ensino Básico
Curso Médio
Curso técnico ou profissional
Curso Superior
5. Qual a sua área geográfica de Residência?
Norte(Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Douro Litoral e Beira Alta)
Centro(Beira Baixa, Beira Litoral, Ribatejo e Estremadura)
SUL(Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve)
Ilhas(Açores e Madeira)
6. Encontra-se a receber Apoio Psicológico por parte de alguma Associação/Entidade?
SIM
NÃO
6.1 Se sim, em qual?
7. A doença do seu(a) filho(a) foi diagnosticada há:
Menos de 3 meses
Entre 3 e 6 meses
Entre 6 meses e 1 ano
Entre 1 e 2 anos
Há mais de 2 anos
8. O(a) seu(a) filho(a) encontra-se:
Em tratamento
Fora de tratamento
DASS - Escala de Depressão, Ansiedade e Stress
INSTRUÇÕES: Para cada uma das frases que vai ler seguidamente seleccione a opção que melhor indica até que ponto cada uma das frases se aplicou a si durante a última semana. Não existem respostas certas ou erradas. Não leve muito tempo a indicar a sua resposta em cada afirmação.
Não se aplicou nada a mim
Aplicou-se a mim algumas vezes
Aplicou-se a mim muitas vezes
Aplicou-se a mim a maior parte do tempo
6. Reagi em demasia a determinadas situações.
11. Fiquei perturbado com facilidade.
IRP - Inventário de Resolução de Problemas
INSTRUÇÕES: Ao longo da vida todas as pessoas atravessam situações difíceis com as quais têm de se defrontar. Os indivíduos não são todos iguais a lidar com os problemas. Cada uma das questões representa uma forma específica de reagir, quando um agente de stress pressiona o indivíduo. Refira, quando se encontra numa situação difícil semelhante à que é representada quais são das questões seguintes, aquelas que melhor traduzem os seus comportamentos habituais. Nas questões que se seguem, seleccione a opção que mais se aplica a si, e que melhor relata a sua maneira usual de reagir. Não há respostas certas ou erradas. Apenas existem as suas respostas possíveis. Responda, por isso, rápida, espontânea e honestamente a cada uma delas. Não se trata de procurar saber o que considera melhor, mas sim o que se passa realmente consigo.
I. Imagine que teve uma discussão séria, com uma pessoa amiga de longa data. Deve-lhe bastante dinheiro, que já devia ter sido pago, e ainda outros favores. Existem numerosos conhecidos comuns e, na discussão que tiveram, a razão está do seu lado. Contudo, a outra pessoa, muito zangada, acabou por lhe dizer: “Dou-te uma semana para pensares no que fizeste e me ires pedir desculpa. Senão o fizeres, hei-de dizer aos outros que não passas de um vigarista e exijo-te que me entregues todo o dinheiro que me deves”. Muito no seu íntimo tem quase a certeza de que a outra pessoa é capaz de cumprir o que está a dizer. Sabe ainda que não tem todo o dinheiro que precisa para lhe devolver. Conhece bem que muitos dos seus amigos comuns são capazes de acreditar no que o outro lhe disser. Esta situação é susceptível de se prolongar ao longo do tempo, envolvendo indivíduos com quem lida todos os dias. O assunto resolver-se-ia se tivesse uma conversa séria com essa pessoa, em que fosse capaz de esclarecer de uma vez por todas os mal entendidos. É natural que essa conversa fosse, pelo menos de princípio, bastante desagradável. Mas é possível que pudessem voltar a fazer as pazes, a serem amigos como dantes e a ser adiado o problema da dívida. Contudo, ao relembrar o que se passou, por um lado, sente-se ofendido com a prepotência da outra pessoa, por outro lado, receia as consequências. É um problema que não sabe bem como resolver. Numa situação deste tipo tem tendência a pensar:
Não
Concordo
Pouco
Moderadamente
Muito
Muitíssimo
1. Vou deixar correr esta situação; o tempo ajuda a resolver os problemas.
2. Numa situação deste tipo o melhor é evitar encontrar-se com o indivíduo e não ligar ao que possa dizer ou fazer.
3. Não vou permitir que este acontecimento interfira no que tenho de fazer no meu dia-a-dia.
4. Se não me tivesse comportado daquela maneira, isso nunca teria ocorrido; tive toda a culpa no que aconteceu.
5. Vou-me aconselhar com pessoas amigas para saber o que devo saber.
II. Considere agora que teve uma situação da sua vida em que ocorreu uma perda económica substancial. Imagine, por exemplo, que segue uma estrada, com um veículo novo acabado de comprar com a ajuda de um empréstimo grande e com bastante sacrifício. Uma camioneta, a certa altura, vem contra a si e o seu carro fica bastante danificado. A camioneta põe-se em fuga, não é capaz de lhe ver a matrícula, não consegue sair do local em que se encontra e não vai ninguém a passar que possa servi de testemunha. Pensa então no transtorno que tudo isto causa à sua vida, a despesa que representa, tendo na altura bastantes dificuldades em a poder enfrentar. Acaba por apanhar uma boleia de uma pessoa que por ali passou, bastante tempo depois, e segue para casa. É um problema aparentemente sem solução e que lhe causa dano. Numa situação deste tipo tem tendência a pensar:
6. Estou perdido; este acontecimento deu cabo da minha vida.
7. O melhor é não fazer nada, até ver onde isto vai parar.
8. Lá por isto me ter acontecido, não vou deixar que a minha vida seja constantemente interferida por esta questão.
9. Apesar de tudo tive muita sorte; as coisas poderiam ser bem piores do que realmente são.
10. No fundo reconheço que me comportei de uma maneira estúpida; devido a mim é que este problema está como está.
11. Vou pedir conselho aos meus amigos para poder sair deste problema.
III. Sentindo-se uma pessoa competente, em determinada área, vai ser posto à prova daí a algum tempo, numa situação competitiva importante. Verifica, entretanto, com estranheza, que há um indivíduo que anda a diminuí-lo e a dizer aos outros que é uma pessoa que não vale o que aparenta. Este facto ofende-o mas, daí a três meses, vai poder provar, aos olhos de todos, se é ou não um indivíduo capaz. Numa situação deste tipo tem tendência a pensar:
12. As pessoas andam sempre a dizer mal de mim; que azar o meu.
13. Não me vou aborrecer com esta situação; o tempo há de correr a meu favor.
14. Estou-me a sentir destruído pelo que me está a acontecer; não vou conseguir desenvencilhar-me desta situação.
15. Vou pensar com calma sobre este assunto, de modo a que possa sair-me bem e ao mesmo tempo calar este indivíduo.
16. Com o que me está a acontecer o melhor é evitar por agora submeter-me às provas que podem ver como me saio, de forma a que o acontecimento seja esquecido.
17. Se querem guerra tê-la-ão; não posso deixar de lutar por aquilo que para mim é importante.
18. Acho melhor perguntar aos meus familiares o que devo fazer para resolver este assunto.
19. Sinto que tenho a responsabilidade daquilo que me está a acontecer.
21. De modo algum me deixo esmagar pelo que me está a acontecer; hei-de remover os obstáculos um a um até provar aos outros que realmente sou uma pessoa capaz; sei que hei-de conseguir.
IV. Quando me sinto muito tenso, com o objectivo de aliviar o meu estado de tensão:
22. Passo horas a ver televisão sem querer fazer mais nada.
23. Raramente consigo passar sem tomar medicamentos que me acalmem.
24. Meto-me na cama durante longas horas.
25. Procuro fazer uma pequena soneca, pois sinto que, nessas ocasiões tem em mim grandes efeitos reparadores.
26. Desabafo com alguém, procurando que, no fim essa pessoa tome o meu partido e me ajude a resolver as dificuldades.
27. Dá-me para partir tudo o que tenho à minha volta.
28. Chego a bater em mim próprio.
29. Raramente deixo de pedir ajuda profissional, a um médico ou psicólogo.
V. A minha maneira de ser habitual leva-me a que, não só nestas situações como em todos os meus problemas, tenha tendência a:
30. Pensar constantemente em todos os factos que me preocupam.
31. Não fugir do confronto com as situações que me são desagradáveis.
32. Adaptar-me com facilidade às pressões psicológicas e exigências da vida de todos os dias.
33. Não deixar de lutar, quando quero atingir os meus objectivos.
34. Conseguir pôr em prática os planos que arquitecto para resolver os meus problemas.
35. Reconhecer que sou com frequência vítima dos outros.
36. Ter sempre coragem para resolver os problemas da minha vida, mesmo que por vezes me incomodem bastante.
37. Envolver-me naquelas acções de resolução de problemas que tenho a certeza que não me deixam ficar mal.
38. Permitir que os objectivos principais da minha vida sejam facilmente influenciados pelos problemas com que me defronto.
39. Ver sempre os aspectos negativos, mais do que os positivos dos acontecimentos
40. Preferir, num problema desagradável, procurar obter informação e tentar resolvê-lo, do que estar a evitá-lo.
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